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Tudo sobre Trama Golpista

Marília Ferreira de Alencar é condenada por participação em trama golpista

Marília Ferreira de Alencar, delegada da Polícia Federal, foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal a oito anos e seis meses de prisão em regime fechado por sua participação na trama golpista. O ministro Alexandre de Moraes determinou sua prisão preventiva após uma tentativa de fuga de um ex-dirigente da PRF, resultando em medidas de contenção para outros condenados. Embora a PGR não tenha conseguido provar sua omissão durante os atos violentos de 8 de janeiro, Marília foi considerada culpada por interferir nas eleições de 2022, usando dados da PF para dificultar o acesso dos eleitores.

Tensão no STF: advogado é retirado após discussão acalorada com ministro

Durante uma sessão no Supremo Tribunal Federal, o advogado Jeffrey Chiquini, responsável pela defesa de Filipe Martins, envolveu-se em uma acalorada discussão com o ministro Flávio Dino. Chiquini se recusou a deixar a tribuna após ter seus pedidos negados pela Primeira Turma, incluindo a retirada de novas provas apresentadas pela Procuradoria-Geral da República. Após insistir na argumentação, Dino pediu que a Polícia Judicial o retirasse do púlpito. O advogado, que defende Martins por crimes relacionados à tentativa de golpe, contrariou a situação, mas acabou se sentando ao lado de seu cliente.

Deputado Ramagem se refugia nos EUA após condenação por golpe

O deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) afirmou que se sente seguro nos Estados Unidos, destacando que sua saída do Brasil ocorreu com o apoio do governo americano, após ser condenado por envolvimento em uma trama golpista. Ele afirmou que fugiu para evitar que suas filhas testemunhassem sua prisão, comparando sua situação à de figuras políticas como Bolsonaro e Trump. A Polícia Federal investiga sua travessia de fronteira, e a condenação dele, que é de 16 anos, se tornou pública pouco antes do seu retorno. A esposa, Rebeca, confirmou a decisão da família de permanecer unida durante essa fase complicada.

STF manda notificar Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo em investigação golpista

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, ordenou a notificação de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo em investigação sobre uma trama golpista. Eduardo, que está no exterior para evitar a justiça, será notificado por edital, enquanto Paulo receberá uma carta rogatória por residir nos EUA há dez anos. Ambos têm 15 dias para apresentar defesa. A PGR os acusa de pressionar o governo Trump contra o Judiciário brasileiro após a condenação de Jair Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão. O processo pode levar à ação penal e à coleta de provas.

Segurança reforçada para o julgamento de Jair Bolsonaro

A Secretaria de Segurança do Distrito Federal implementou um plano especial para o julgamento de Jair Bolsonaro, que inicia na próxima terça-feira, priorizando a defesa contra 'lobos solitários'. O esquema inclui o fechamento da Praça dos Três Poderes e a presença reforçada de policiais militares. A preocupação com possíveis ações isoladas, em vez de protestos organizados, motiva essa estratégia de segurança. O secretário Sandro Avelar destaca a colaboração entre órgãos locais e federais, garantindo que informações sejam compartilhadas rapidamente. O julgamento envolve figuras-chave da trama golpista, com vários réus enfrentando graves acusações.

Sóstenes Cavalcante pressiona Hugo Motta para barrar decisão do STF

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, pressionou o presidente Hugo Motta a barrar a decisão do STF que rejeitou a proposta de suspensão da ação judicial contra o deputado Alexandre Ramagem. Essa ação faz parte da investigação sobre uma trama golpista que envolveu 21 réus. Cavalcante criticou a atuação do Supremo dizendo que um ministro está se sobrepondo à vontade da Câmara, e questionou a postura de Motta. A proposta, que contava com 315 votos favoráveis, reflete a tentativa dos bolsonaristas de proteger Ramagem, que é acusado de crimes de cunho grave.

Bolsonaro contesta decisão e pede julgamento no plenário do STF

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro recorreu da decisão que negou o impedimento dos ministros do STF, Flávio Dino e Cristiano Zanin, para julgar a denúncia sobre a trama golpista. O recurso pede que o caso seja analisado pelo plenário da Corte, que conta com ministros indicados por Bolsonaro. A solicitação de afastamento foi rejeitada pelo presidente do STF, que considerou as razões da defesa insuficientes. Os advogados alegam que Dino, como ex-ministro da Justiça, e Zanin, enquanto advogado de Lula, têm conflitos de interesse no julgamento que pode transformar Bolsonaro em réu.

Bolsonaro admite exagero sobre prisão e reafirma sua luta política

O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou ter exagerado ao mencionar uma possível prisão após o julgamento no STF referente à trama golpista. Durante um seminário do PL, ele declarou que seu comentário sobre 'caguei' foi excessivo, mas ponderou que às vezes é necessário mostrar sua humanidade. Embora reconheça o risco político envolvido na situação, Bolsonaro se diz determinado a enfrentar seus opositores nas urnas, enfatizando que uma eleição sem oposição nega a democracia. Recentemente, ele foi denunciado pela PGR, resultando em possíveis penas que se aproximam de 50 anos de prisão para ele.

Por que Bolsonaro e sua esposa não foram indiciados em esquema golpista?

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, explicou a decisão de não indiciar a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro no inquérito da trama golpista, apesar de terem sido mencionados na delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro. Rodrigues afirmou que não havia 'elementos suficientes' para o indiciamento, uma justificativa técnica da PF. Ele destacou que a menção de Cid precisava de mais provas que confirmassem a participação do casal na tentativa de golpe. A defesa minimizou o caso e criticou a revelação do depoimento.

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